Descrição:
As linhas vermelhas dão forma a reivindicações pela justiça climática.
O que se considera injusto no clima?
Que aspetos relacionam a justiça climática à justiça social?
Qual o enredo sistémico que justifica um ativismo que apela à justiça ao abordar o aquecimento global?
Como à temperatura crescente se ligam (proporcionalmente crescentes) desafios sociais contemporâneos?
Estas e outras perguntas serão abordadas, debatidas e ensaiadas respostas numa dinâmica que facilitamos entre linhas e novelos, teias e tecidos, elementos convocados num convite a ampliar o olhar sobre mundo, humanidade e possibilidades de convivência saudável e profícua.
Objetivos:
Através de dinâmicas lúdicas, pretende-se contribuir para a compreensão do impacto das sociedades humanas no clima, sensibilizar para a participação cidadã, demonstrando como os formatos do ativismo podem ser diversos e inclusivos.
Duração:
2h
Número participantes:
Até 50.
Biografia:
Rita Carneiro, Mestre em Educação Social e Intervenção Comunitária, ativista climática com participação no projeto Linha Vermelha, um grupo informal que alia a sensibilização para as alterações climáticas com intervenção comunitária através de ações e eventos que visam contribuir para a participação cidadã de indivíduos residentes em comunidades marginalizadas.
João Costa, ativista climático, co fundador da Linha Vermelha. Reúne inúmeras competências associadas à organização de grupos de trabalho ativista, bem como desenvolve ferramentas para comunicar causas e impactos das alterações climáticas. Dedicar-me a sensibilizar comunidades vulneráveis para a estreita relação entre justiça social e climática.
